Carlos Bica & Azul - Password
3.2.07
2.2.07
OK & KO (2/2/2006)
OK
» O deputado do PS Afonso Candal foi a Ílhavo há uns tempos e antecipou a medida há muito reclamada que o Governo agora oficializou. Estar na Assembleia da República não é só para fazer número e o líder distrital socialista continua a mostrar que tem boa capacidade de influência junto do Governo.
KO
» Quem quer tramar Ribau Esteves, presidente da Câmara de Ílhavo eleito pelo PSD?
» A bolsa de apostas não é, definitivamente, favorável ao Beira-Mar. A chegada do parceiro espanhol expôs o clube em várias ocasiões ao ridículo, que acabaram por gerar momentos de comédia. Só se deseja que os episódios finais não sejam de puro drama. Mas a esperança é a último a morrer e no futebol é possível quase tudo.
» O deputado do PS Afonso Candal foi a Ílhavo há uns tempos e antecipou a medida há muito reclamada que o Governo agora oficializou. Estar na Assembleia da República não é só para fazer número e o líder distrital socialista continua a mostrar que tem boa capacidade de influência junto do Governo.
KO
» Quem quer tramar Ribau Esteves, presidente da Câmara de Ílhavo eleito pelo PSD?
» A bolsa de apostas não é, definitivamente, favorável ao Beira-Mar. A chegada do parceiro espanhol expôs o clube em várias ocasiões ao ridículo, que acabaram por gerar momentos de comédia. Só se deseja que os episódios finais não sejam de puro drama. Mas a esperança é a último a morrer e no futebol é possível quase tudo.
Cultura feirense
O cartaz do cine-teatro António Lamoso vai estar muito preenchido este ano. A autarquia local pretende tirar o máximo partido da sala, no âmbito da política cultural.
A programação mantém iniciativas recreativas e culturais com provas dadas e muito público garantido.
A Feira não é só um nó da auto-estrada e procura dar aos seus habitantes razões para viver no concelho.
A programação mantém iniciativas recreativas e culturais com provas dadas e muito público garantido.
A Feira não é só um nó da auto-estrada e procura dar aos seus habitantes razões para viver no concelho.
31.1.07
Recer
A Recer é hoje em dia muito mais do que uma empresa que produz cerâmica. Do barro passou ao know-how fabril, domina a engenharia e tem recursos próprios para marketing e força de vendas. Diversificou sem deixar a fileira. A empresa com sede em Oliveira do Bairro está em várias frentes e as encomendas de serviços chegam mesmo...da concorrência. Pronta para seguir o seu caminho iniciado há 30 anos, sem aderir ao movimento de concentração que está a agitar o sector com alguns rumores que a confirmarem-se vão causar surpresa.
29.1.07
Águeda
Águeda deve ser um dos concelhos da região com maior potencial... desperdiçado. Económico, turístico, ambiental. Algumas correcções assumidas pela actual Câmara podem ajudar a dar uma imagem melhor. Mas pode não ser suficiente se não o impulso não foi maior para Águeda recuperar a dinâmica que já teve no contexto regional.
Riscos
Para ter eficácia política e partidária, a oposição precisa de ter um presidente de Câmara mais interventivo, que assuma na primeira pessoa os actos de gestão.
Ora Élio Maia não ajuda nada, porque tem sido avesso a protagonismos e geralmente deixa aspectos mais concretos para os vereadores da coligação.
Não será muito habitual, mas em Aveiro tornou-se um hábito.
Não é grave que a coligação e o primeiro eleito para a Câmara optem por uma governação low profile. Mas é um risco. Quem não aparece não é lembrado.
As consequências serão escrutinadas com o passar do tempo pelos cidadãos.
O que o actual executivo fizer em 2007 será determinante para o resto do mandato.
Este período de apagamento mais recente, que dura desde a Assembleia Municipal de 8 de Janeiro, está a gerar expectativa em alguns e desconfianças em outros.
Aguarda-se pelo que aí vem.
Ora Élio Maia não ajuda nada, porque tem sido avesso a protagonismos e geralmente deixa aspectos mais concretos para os vereadores da coligação.
Não será muito habitual, mas em Aveiro tornou-se um hábito.
Não é grave que a coligação e o primeiro eleito para a Câmara optem por uma governação low profile. Mas é um risco. Quem não aparece não é lembrado.
As consequências serão escrutinadas com o passar do tempo pelos cidadãos.
O que o actual executivo fizer em 2007 será determinante para o resto do mandato.
Este período de apagamento mais recente, que dura desde a Assembleia Municipal de 8 de Janeiro, está a gerar expectativa em alguns e desconfianças em outros.
Aguarda-se pelo que aí vem.
Teatro
O vereador Pedro Ferreira jurou a pés juntos na última Assembleia Municipal que foi invenção dos jornalistas as notícias sobre a privatização do Teatro Aveirense num pacote de concessões e rendas que envolve grande parte dos serviços municipais.
Aparentemente, desde então ainda não terá conseguido descansar a directora-geral do Teatro Aveirense, Maria da Luz Nolasco, que entrou em pânico desde as primeiras informações veiculadas pela comunicação social.
O que tanto receia a antiga vereadora do CDS que a actual maioria de direita colocou à frente da sala?
A verdade é que sem os subsídios de milhares de euros à exploração (directos e indirectos) a empresa municipal dificilmente poderia manter-se de portas abertas.
O funcionamento numa lógica privada, poderia ter grandes implicações na programação, deixando de parte, por exemplo, eventos com menos apetência de público.
Mas a autarquia também poderia manter uma espécie de obrigação de serviço público, mediante contrato-programa com o concessionário, aliviando o peso do funcionamento do teatro no orçamento municipal. Ou mesmo tendo a seu cargo a organização dessas iniciativas, sem grande parte dos custos actuais.
Salvaguardado devidamente o interesse público, não viria daí mal de maior.
Aparentemente, desde então ainda não terá conseguido descansar a directora-geral do Teatro Aveirense, Maria da Luz Nolasco, que entrou em pânico desde as primeiras informações veiculadas pela comunicação social.
O que tanto receia a antiga vereadora do CDS que a actual maioria de direita colocou à frente da sala?
A verdade é que sem os subsídios de milhares de euros à exploração (directos e indirectos) a empresa municipal dificilmente poderia manter-se de portas abertas.
O funcionamento numa lógica privada, poderia ter grandes implicações na programação, deixando de parte, por exemplo, eventos com menos apetência de público.
Mas a autarquia também poderia manter uma espécie de obrigação de serviço público, mediante contrato-programa com o concessionário, aliviando o peso do funcionamento do teatro no orçamento municipal. Ou mesmo tendo a seu cargo a organização dessas iniciativas, sem grande parte dos custos actuais.
Salvaguardado devidamente o interesse público, não viria daí mal de maior.
26.1.07
Ciberjornalismo
"Two Colombian digital journalists -- Élber Gutiérrez Roa and Carlos Arango Ortiz from the Spanish-language magazine and news site Semana.com -- won a Rey de España (King of Spain) journalism prize. This is the first time this prestigious award has recognized online journalism.
The award-winning project is this multimedia mini-site covering war-displaced people living in poor neighborhoods surrounding Bogotá." (via Poynter Online).
The award-winning project is this multimedia mini-site covering war-displaced people living in poor neighborhoods surrounding Bogotá." (via Poynter Online).
OK & KO (26/1/2006)
OK
»Sérgio Godinho no Cine-Teatro de Estarreja, este sábado, a abrir o "Ciclo Concertos Íntimos". Como se não bastasse a apresentação do recente "Ligações Directas", curiosidade para saber como o cantautor responde ao desafio da organização.
» Força comercial é o que ainda falta ao sector do calçado português, principalmente para conseguir vender fora de portas. A Juba, em S. João da Madeira, parece ser uma excepção ao aparecer associada a um nome que vende milhões em todo o mundo.
KO
» Muitos nervos na campanha do referendo do aborto. Independentemente do resultado, é também importante que os movimentos não se esqueçam depois de limpar o lixo.
»Sérgio Godinho no Cine-Teatro de Estarreja, este sábado, a abrir o "Ciclo Concertos Íntimos". Como se não bastasse a apresentação do recente "Ligações Directas", curiosidade para saber como o cantautor responde ao desafio da organização.
» Força comercial é o que ainda falta ao sector do calçado português, principalmente para conseguir vender fora de portas. A Juba, em S. João da Madeira, parece ser uma excepção ao aparecer associada a um nome que vende milhões em todo o mundo.
KO
» Muitos nervos na campanha do referendo do aborto. Independentemente do resultado, é também importante que os movimentos não se esqueçam depois de limpar o lixo.
24.1.07
Telecomunicações
A imaginação das operadoras de telecomunicações não tem limites quando é para cobrar mais uns euros aos clientes.
Aqui fica um aviso: quando pedir o "cancelamento" de um serviço de dados, tenha cuidado.
Basta um qualquer operador de call center da empresa conseguir que alguém vá na treta da "suspensão", mesmo que não formalizando esse expediente por escrito, e a operadora volta a activar sorrateiramente. O cliente só descobre quando aparecer a factura. Armadilhas.
Aqui fica um aviso: quando pedir o "cancelamento" de um serviço de dados, tenha cuidado.
Basta um qualquer operador de call center da empresa conseguir que alguém vá na treta da "suspensão", mesmo que não formalizando esse expediente por escrito, e a operadora volta a activar sorrateiramente. O cliente só descobre quando aparecer a factura. Armadilhas.
23.1.07
Parcerias público-privadas
Ribau Esteves não perdeu muito tempo a tratar da vidinha autárquica, sabendo bem que de agora em diante será mais difícil ir à bolsa dos fundos comunitários.
Astuto, o presidente da Câmara de Ílhavo já arranjou um consórcio privado para levar por diante algumas das obras emblemáticas que conta ter para o próximo mandato, a que já admitiu voltar concorrer.
A engenharia financeira acabou também por convencer a oposição PS que, o que é muito raro, não votou contra optando pela abstenção.
Sem muito falatório e em escassos meses, Ribau Esteves lá convenceu investidores privados ainda que apenas uma proposta tenha sido apresentada.
No vizinho concelho de Aveiro, depois de um fugaz anúncio de investidores interessados em tudo e mais alguma coisa, nada de concreto surgiu.
No ano em que a maioria PSD-CDS arrisca grande parte das receitas em rendas e concessões, talvez Ribau Esteves possa dar uma ajudinha a Élio Maia para montar as tão faladas, e desejadas, parcerias público-privadas.
Astuto, o presidente da Câmara de Ílhavo já arranjou um consórcio privado para levar por diante algumas das obras emblemáticas que conta ter para o próximo mandato, a que já admitiu voltar concorrer.
A engenharia financeira acabou também por convencer a oposição PS que, o que é muito raro, não votou contra optando pela abstenção.
Sem muito falatório e em escassos meses, Ribau Esteves lá convenceu investidores privados ainda que apenas uma proposta tenha sido apresentada.
No vizinho concelho de Aveiro, depois de um fugaz anúncio de investidores interessados em tudo e mais alguma coisa, nada de concreto surgiu.
No ano em que a maioria PSD-CDS arrisca grande parte das receitas em rendas e concessões, talvez Ribau Esteves possa dar uma ajudinha a Élio Maia para montar as tão faladas, e desejadas, parcerias público-privadas.
20.1.07
Escrita
Aqui há uns anos, um camarada telefonou-me pela manhã. Queria um contacto. "Acordei-o ?", perguntou como que desculpando o incómodo. "Não, até já estava a fazer a barda", respondi. "A desfazer a barba", retroquiu do outro lado da linha o jornalista. Alfredo Mendes é um mestre da escrita. Já agora, sabem o que é um "mealheiro de comida" ? (ler aqui).
18.1.07
Mitos
O IC1 demorou 20 anos a chegar à região e ainda está incompleto. Este é o ritmo de grande parte das coisas que se fazem por Aveiro.
A barragem de Ribeiradio, que dizem ser indispensável para garantir o abastecimento de água e a regularização do Vouga, leva outro tanto de atraso e não se vê maneira de arrancar.
A modernização do que resta da linha férrea do Vouga, com a sua adaptação a metro de superfície, é outro dos mitos da nossa vivência.
A gestão integrada da Ria de Aveiro continua a marcar passo, entre propostas de modelos com figurinos que mudam ao ritmo da passagem dos Governos.
A ligação ferroviária ao Porto de Aveiro, apesar de uma dúzia de anos com estudos para trás e para a frente, parece estar a sair do papel Uma excepção, apesar de tudo.
Devagar, devarinho. Quase parados. Sem força motriz.
A barragem de Ribeiradio, que dizem ser indispensável para garantir o abastecimento de água e a regularização do Vouga, leva outro tanto de atraso e não se vê maneira de arrancar.
A modernização do que resta da linha férrea do Vouga, com a sua adaptação a metro de superfície, é outro dos mitos da nossa vivência.
A gestão integrada da Ria de Aveiro continua a marcar passo, entre propostas de modelos com figurinos que mudam ao ritmo da passagem dos Governos.
A ligação ferroviária ao Porto de Aveiro, apesar de uma dúzia de anos com estudos para trás e para a frente, parece estar a sair do papel Uma excepção, apesar de tudo.
Devagar, devarinho. Quase parados. Sem força motriz.
17.1.07
Ideias feitas
Lidamos com certas ideias feitas que depois acabam por não ter correspondência na realidade.
Alguns exemplos apontados nos últimos dias no bloco de notas. A sub-região do Baixo Vouga não anda tão acima no ranking do Centro do País como é vulgarmente apontado.
Nas dinâmicas turísticas, engana-se quem pensa e diz que o IP5, actual A25, é a via usada por excelência pelos visitantes que passam pela região. O número maior de turistas de Espanha que chegam a Aveiro, afinal, têm como origem a Galiza.
Alguns exemplos apontados nos últimos dias no bloco de notas. A sub-região do Baixo Vouga não anda tão acima no ranking do Centro do País como é vulgarmente apontado.
Nas dinâmicas turísticas, engana-se quem pensa e diz que o IP5, actual A25, é a via usada por excelência pelos visitantes que passam pela região. O número maior de turistas de Espanha que chegam a Aveiro, afinal, têm como origem a Galiza.
16.1.07
14.1.07
Ribeiro e Castro
Ribeiro e Castro terá tido, sábado à noite, em Albergaria-A-Velha, um dos eventos partidários mais concorridos desde que assumiu as rédeas do CDS-PP. A mobilização esgotou o salão de festas dos bombeiros, obrigando a organização a improvisar local para algumas dezenas de pessoas em pé à espera de jantar.
Ao fundo da sala, de frente para o palco, um cartaz dizia"Temos Presidente". O presidente da concelhia, Carlos Resende, não deixou passar a oportunidade para criticar as movimentações de figuras do partido afectos à anterior liderança de Paulo Portas, mesmo no distrito, pondo em causa o actual rumo.
Ribeiro e Castro recebeu assim uma motivação extra numa altura em que a oposição interna não perde uma oportunidade de fazer estragos.
O presidente do CDS-PP deixou-se empolgar pela mobilização em Albergaria-A-Velha mas o seu estilo e um discurso extenso de 12 páginas não ajudaram a animar a assistência como Paulo Portas habilmente sabia fazer.
Ao fundo da sala, de frente para o palco, um cartaz dizia"Temos Presidente". O presidente da concelhia, Carlos Resende, não deixou passar a oportunidade para criticar as movimentações de figuras do partido afectos à anterior liderança de Paulo Portas, mesmo no distrito, pondo em causa o actual rumo.
Ribeiro e Castro recebeu assim uma motivação extra numa altura em que a oposição interna não perde uma oportunidade de fazer estragos.
O presidente do CDS-PP deixou-se empolgar pela mobilização em Albergaria-A-Velha mas o seu estilo e um discurso extenso de 12 páginas não ajudaram a animar a assistência como Paulo Portas habilmente sabia fazer.
10.1.07
Yazaki
A Yazaki Saltano foi um 'maná'. Mais de 2 mil pessoas, não só de Ovar, como de toda a região Norte do distrito arranjaram ali bons empregos.
Tão grande investimento deu bons anúncios e inaugurações com placas para os governantes descerrarem em pose triunfalista.
As fábricas absorveram jovens, sobretudo, atraídos por salários mais elevados do que em outros sectores. Formaram-se casais que assumiram encargos com casas e carros. Vidas que agora conhecem dias mais cinzentos.
Na grande maioria, além de cablagens, que não obriga assim a tanta ciência, pouco mais sabem fazer. É certo que laboraram em processos industriais de ponta, mas não são técnicos com muita procura no mercado, bem pelo contrário. O desafio é a reconversão profissional e isso leva tempo.
A multinacional já tem onde fabricar mais em conta e deu sinais que está de malas aviadas. O investimento nómada é assim. Pouca mais haverá a fazer para segurar grande parte dos postos de emprego.
A empresa quer sair a bem e, por isso, pôs o Governo com tempo ao corrente, montou uma autêntica campanha de relações públicas e tem lidado com o processo do despedimento colectivo em diálogo com os representantes dos trabalhadores, procurou até colocar alguns noutros locais. Nnão deverá fugir às suas responsabilidades legais nas indemnizações, quem sabem até dar um pouco mais para acalmar as hostes. E até poderá saldar todas as suas contas, mas ficará sempre uma dívida de elevado prejuízo social.
Tão grande investimento deu bons anúncios e inaugurações com placas para os governantes descerrarem em pose triunfalista.
As fábricas absorveram jovens, sobretudo, atraídos por salários mais elevados do que em outros sectores. Formaram-se casais que assumiram encargos com casas e carros. Vidas que agora conhecem dias mais cinzentos.
Na grande maioria, além de cablagens, que não obriga assim a tanta ciência, pouco mais sabem fazer. É certo que laboraram em processos industriais de ponta, mas não são técnicos com muita procura no mercado, bem pelo contrário. O desafio é a reconversão profissional e isso leva tempo.
A multinacional já tem onde fabricar mais em conta e deu sinais que está de malas aviadas. O investimento nómada é assim. Pouca mais haverá a fazer para segurar grande parte dos postos de emprego.
A empresa quer sair a bem e, por isso, pôs o Governo com tempo ao corrente, montou uma autêntica campanha de relações públicas e tem lidado com o processo do despedimento colectivo em diálogo com os representantes dos trabalhadores, procurou até colocar alguns noutros locais. Nnão deverá fugir às suas responsabilidades legais nas indemnizações, quem sabem até dar um pouco mais para acalmar as hostes. E até poderá saldar todas as suas contas, mas ficará sempre uma dívida de elevado prejuízo social.
9.1.07
Soler
Paco Soler não acusou a responsabilidade na estreia como treinador-principal e logo fora do seu País. Pelo contrário, respondeu a tudo e sem rodeios.
Veio ao de cima a experiência de muitos anos como futebolista de alto nível num das melhores ligas mundiais. Resta saber se consegue, no banco, repetir o êxito que teve durante a carreira em campo.
A apresentação, com muitas perguntas pertinentes da imprensa, correu razoavelmente bem.
Antes, no primeiro treino, também não se notou que é caloiro. Com autoridade, foi directo na abordagem aos jogadores, mas cortês. Que o diga Ribeiro que levou já uma reprimenda por ter feito um toque em habilidade quando era aconselhável dominar o esférico com o peito....
O acordo com os espanhóis dominou as perguntas à direcção. O presidente Artur Filipe deu a sua palavra que o clube "nada perde" e deixou para o presidente-adjunto Caetano Alves a resposta às muitas questões mais técnicas.
Seria José Cachide, como que revigorado nas suas funções de gestor do planter depois de parecer ultrapassado pelos acontecimentos dos últimos dias, a rematar a conferência de imprensa rejeitando que o clube tenha sido "hipotecado" aos espanhós . O vice-presidente terminaria a brilhar, rodeado de jornalistas ávidos dos nomes dos reforços.
Já agora, como a imprensa de Maiorca está a noticiar a vinda dos espanhóis (aqui).
Veio ao de cima a experiência de muitos anos como futebolista de alto nível num das melhores ligas mundiais. Resta saber se consegue, no banco, repetir o êxito que teve durante a carreira em campo.
A apresentação, com muitas perguntas pertinentes da imprensa, correu razoavelmente bem.
Antes, no primeiro treino, também não se notou que é caloiro. Com autoridade, foi directo na abordagem aos jogadores, mas cortês. Que o diga Ribeiro que levou já uma reprimenda por ter feito um toque em habilidade quando era aconselhável dominar o esférico com o peito....
O acordo com os espanhóis dominou as perguntas à direcção. O presidente Artur Filipe deu a sua palavra que o clube "nada perde" e deixou para o presidente-adjunto Caetano Alves a resposta às muitas questões mais técnicas.
Seria José Cachide, como que revigorado nas suas funções de gestor do planter depois de parecer ultrapassado pelos acontecimentos dos últimos dias, a rematar a conferência de imprensa rejeitando que o clube tenha sido "hipotecado" aos espanhós . O vice-presidente terminaria a brilhar, rodeado de jornalistas ávidos dos nomes dos reforços.
Já agora, como a imprensa de Maiorca está a noticiar a vinda dos espanhóis (aqui).
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