15.1.09
14.1.09
Oliveira Costa
O banqueiro mais falado do momento foi protagonista de tempos loucos, e até sinistros, no PSD de Aveiro.
OK & KO (14 /01/2009)
OK - A visita do argentino Diego Sacco foi correspondida com uma simples mas oportuna homenagem do Beira-Mar. Uma oportunidade para recordar um período áureo do clube, sobretudo por quem o viveu. A história dos aurinegros precisa de ser feita, antes que o tempo apague estas e outras memórias.
KO - Quem utiliza as ligações fluviais para S. Jacinto ficou em terra. Mais um dia negro na MoveAveiro que está a ficar em "ponto morto".
KO - Quem utiliza as ligações fluviais para S. Jacinto ficou em terra. Mais um dia negro na MoveAveiro que está a ficar em "ponto morto".
31.12.08
Parabéns Senhor Fisco !
Caríssimo,
Parece-me ser dos poucos a quem 2008 deixará saudades.
A farinha de engorda servida pelo Governo deixou-o bem tratado e aparentando sempre boa forma, tal como o nosso primeiro, para conseguir sacar alguns milhões em coercivas, o que agrada sempre aos chefes.
Como contribuinte só posso desejar que obrigue os outros a pagar o que me exigiu tão zelosamente por quase meio ano de trabalho esforçado. Ou comem todos...
Agrada-me a relação virtual que estabelecemos, bem mais simpática e esclarecedora que a maioria dos seus funcionários em carne e osso, carrancudos, sempre prontos a remeter mais informações para artigos e alíneas perdidas nos "códigos" e com horror a pedidos de desculpa por ofícios enviados com dados ou cobranças erradas.
A sua prima Segurança Social, faça-se justiça, chegou a ser pior, ao ameaçar de penhora quem, tecnicamente, até era seu credor. O caso acabou bem, que não vale a pena a gente zangar-se por meia centena de euros.
Termina mais um ano fiscal e, tanto quanto sei, temos as nossas contas em dia. O que será um feito nestes dias em que todos desejam para si o mesmo que a morte: quanto mais tarde pagar, melhor.
Mas lembre-se Senhor Fisco, se não nos deixar sobreviver mais folgadamente nestes tempos em que a "crise" asfixia tudo o que mexe, arrisca-se a ficar sem o seu seguro de vida: nós próprios, os contribuintes.
Respeitosamente,
JA
Parece-me ser dos poucos a quem 2008 deixará saudades.
A farinha de engorda servida pelo Governo deixou-o bem tratado e aparentando sempre boa forma, tal como o nosso primeiro, para conseguir sacar alguns milhões em coercivas, o que agrada sempre aos chefes.
Como contribuinte só posso desejar que obrigue os outros a pagar o que me exigiu tão zelosamente por quase meio ano de trabalho esforçado. Ou comem todos...
Agrada-me a relação virtual que estabelecemos, bem mais simpática e esclarecedora que a maioria dos seus funcionários em carne e osso, carrancudos, sempre prontos a remeter mais informações para artigos e alíneas perdidas nos "códigos" e com horror a pedidos de desculpa por ofícios enviados com dados ou cobranças erradas.
A sua prima Segurança Social, faça-se justiça, chegou a ser pior, ao ameaçar de penhora quem, tecnicamente, até era seu credor. O caso acabou bem, que não vale a pena a gente zangar-se por meia centena de euros.
Termina mais um ano fiscal e, tanto quanto sei, temos as nossas contas em dia. O que será um feito nestes dias em que todos desejam para si o mesmo que a morte: quanto mais tarde pagar, melhor.
Mas lembre-se Senhor Fisco, se não nos deixar sobreviver mais folgadamente nestes tempos em que a "crise" asfixia tudo o que mexe, arrisca-se a ficar sem o seu seguro de vida: nós próprios, os contribuintes.
Respeitosamente,
JA
23.12.08
Lutador
22.12.08
2010
Há um sentimento de descompressão financeira para 2009 na Câmara de Aveiro.
As eleições aproximam-se, festas em força para comemorar a elevação a cidade a começar com a passagem de ano, uma programação do Teatro Aveirense vistosa.
Numa altura em que a 'crise' ainda não bateu no fundo, aconselharia a prudência redobrado rigor orçamental.
O empréstimo de 58 milhões de euros fez sorrir eleitos, fornecedores e subsidiados mas só resolve uma parte do problema.
As dificuldades, a sério, voltam em 2010.
As eleições aproximam-se, festas em força para comemorar a elevação a cidade a começar com a passagem de ano, uma programação do Teatro Aveirense vistosa.
Numa altura em que a 'crise' ainda não bateu no fundo, aconselharia a prudência redobrado rigor orçamental.
O empréstimo de 58 milhões de euros fez sorrir eleitos, fornecedores e subsidiados mas só resolve uma parte do problema.
As dificuldades, a sério, voltam em 2010.
19.12.08
13.12.08
GOP - 2009 da Câmara de Aveiro
Palavras que a pesquisa no PDF das GOP - 2009 da Câmara de Aveiro não encontra : concessão, privatização, extinção, publico privada, avenida, novas escolas, lanchas (em actualização).
Salvem os ricos, que os pobres já não têm salvação
Este blog aderiu à campanha dos Contemporâneos.
Não fique à margem !
5.12.08
Sondagem
Por momentos, pensei que o DA tivesse posto, por engano, uma página de 2005, antes das eleições autárquicas daquele ano.
Hospital de Aveiro
É uma discussão antiga que, de quando em vez, salta para a actualidade ao sabor, normalmente, dos ciclos eleitorais.
Por isso, não terá sido inocente a recente declaração ministerial que repete o que outros titulares também disseram sem nunca assumir compromissos concretos.
É uma artimanha que os políticos usam recorrentemente, quando seria recomendável empenho, e acção, para resolver as carências por agora mais importantes, como um sistema de climatização que suporte 'picos' de calor ou frio sem ir abaixo.
Actualização, só para lembrar outros avanços e recuos:
Aveiro | 25-JUL-2007
Novo hospital equacionado (JN)
O ministro da Saúde, Correia de Campos, admitiu, ontem, numa reunião com a Administração e com os directores de serviço do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, que o Ministério poderá equacionar a construção de um novo hospital em Aveiro, segundo apurou o JN junto de elementos presentes na reunião (link indisponível).
Aveiro | 26 - FEV - 2002
Ministro da Saúde garante que a construção de um novo hospital em Aveiro não está nos planos do Governo e desmente o encerramento do serviço de pediatria do Hospital de Ovar (RTN).
Por isso, não terá sido inocente a recente declaração ministerial que repete o que outros titulares também disseram sem nunca assumir compromissos concretos.
É uma artimanha que os políticos usam recorrentemente, quando seria recomendável empenho, e acção, para resolver as carências por agora mais importantes, como um sistema de climatização que suporte 'picos' de calor ou frio sem ir abaixo.
Actualização, só para lembrar outros avanços e recuos:
Aveiro | 25-JUL-2007
Novo hospital equacionado (JN)
O ministro da Saúde, Correia de Campos, admitiu, ontem, numa reunião com a Administração e com os directores de serviço do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, que o Ministério poderá equacionar a construção de um novo hospital em Aveiro, segundo apurou o JN junto de elementos presentes na reunião (link indisponível).
Aveiro | 26 - FEV - 2002
Ministro da Saúde garante que a construção de um novo hospital em Aveiro não está nos planos do Governo e desmente o encerramento do serviço de pediatria do Hospital de Ovar (RTN).
1.12.08
29.11.08
27.11.08
Turismo do Centro
Não faltou um convite a alguém que também deveria participar na mesa principal do debate ? A Câmara de Aveiro, por exemplo.
Stock out
SLN ao desbarato ?.
Já agora, algumas implicações locais nesta fase de alienação de activos: Marina da Barra, Cimentos - CNE e a Labicer. Mas haverá mais alguns.
Já agora, algumas implicações locais nesta fase de alienação de activos: Marina da Barra, Cimentos - CNE e a Labicer. Mas haverá mais alguns.
25.11.08
Caça à multa
Prestes a entrar no parque de estacionamento do campus, a funcionária da Universidade de Aveiro solta o cinto. Um agente da PSP 'apanha-a' em flagrante delito. A condutora não escapa à multa de 120 euros e faz votos que o dinheiro seja usado em medicamentos por quem a autuou...
A poucos metros, o polícia tão zeloso, e mais alguns colegas, fecham deliberadamente os olhos a meia dúzia de carros de alta cilindrada de governantes e outros VIPS colocados deliberadamente em infracção em local de paragem proibida, quanto mais de estacionamento. Há quem questione. "Tanto podem, que estão !", responde prontamente um agente. Não precisa de dizer mais nada para denunciar como a autoridade por vezes cede a usar 'dois pesos e duas medidas' para ficar de bem com os mais poderosos.
Alguns dias depois deste episódio, numa rotunda junto à zona dos hipermercados, outra condutora abranda para dar prioridade. Um agente com olhos de águia desconfia e manda-a parar. Abeira-se e descobre mais uma infracção gravíssima: a proprietária deixara passar a data de inspecção do automóvel em duas semanas. Multa de 250 euros, sem complacência. O senhor polícia, que viu as três cadeirinhas na viatura, não se lembrou que estava a tirar o pão da boca das criancinhas.
Um pouco mais de humanidade às polícias nestas casos só ficaria bem.
A poucos metros, o polícia tão zeloso, e mais alguns colegas, fecham deliberadamente os olhos a meia dúzia de carros de alta cilindrada de governantes e outros VIPS colocados deliberadamente em infracção em local de paragem proibida, quanto mais de estacionamento. Há quem questione. "Tanto podem, que estão !", responde prontamente um agente. Não precisa de dizer mais nada para denunciar como a autoridade por vezes cede a usar 'dois pesos e duas medidas' para ficar de bem com os mais poderosos.
Alguns dias depois deste episódio, numa rotunda junto à zona dos hipermercados, outra condutora abranda para dar prioridade. Um agente com olhos de águia desconfia e manda-a parar. Abeira-se e descobre mais uma infracção gravíssima: a proprietária deixara passar a data de inspecção do automóvel em duas semanas. Multa de 250 euros, sem complacência. O senhor polícia, que viu as três cadeirinhas na viatura, não se lembrou que estava a tirar o pão da boca das criancinhas.
Um pouco mais de humanidade às polícias nestas casos só ficaria bem.
23.11.08
OK & KO
OK - Bruno Moura soma duas vitórias no comando do Beira-Mar e vai ganhando créditos para ser confirmado à frente da equipa. Este domingo, uma goleada para tirar 'a barriga de misérias'.
KO - A batalha verbal entre Alberto Souto e Raul Martins é um doce para a coligação PSD-CDS.
O 'lavar de roupa suja' só apanha de surpresa os menos atentos. Peca é por tardia. Nesta altura, a agenda socialista deveria ser outra.
KO - A batalha verbal entre Alberto Souto e Raul Martins é um doce para a coligação PSD-CDS.
O 'lavar de roupa suja' só apanha de surpresa os menos atentos. Peca é por tardia. Nesta altura, a agenda socialista deveria ser outra.
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