24.11.05
Trabalho valioso
Os "maluquinhos" que passam a vida de olhos postos nos pássaros merecem de todos nós mais respeito. Trabalho paciente de observação ao longo de muitos anos é hoje muito valioso quando enfrentamos ameaças como a gripe das aves.
23.11.05
Rádio fora do FM (III)
Coimbra tem mais encanto. As ondas da RUC chegam-nos à boleia da net. Ouve-se por lá a imperdível Íntima Fracção e, da nova vaga, o Vidro Azul.
Links de blogues
Tenho verificado a existência de blogues que colocam link aqui para o Já Agora.
Gostaria de retribuir. Por uma questão de organização, faço-o através do directório Aveiro na Web, que tem uma secção para blogues regionais. Portanto, quem pretender ser indexado a esta comunidade aveirense virtual é favor comunicar. Obrigado!.
Gostaria de retribuir. Por uma questão de organização, faço-o através do directório Aveiro na Web, que tem uma secção para blogues regionais. Portanto, quem pretender ser indexado a esta comunidade aveirense virtual é favor comunicar. Obrigado!.
22.11.05
'Lei da rolha'
A nova Câmara anda a deixar a imprensa escrita e falada com os 'nervos em franja' por causa da 'lei da rolha'.
Presidente e vereadores, para já, só comunicam institucionalmente. Isto é, por comunicado com versões e fotos oficiais.
Ou então, com esclarecimentos, sem direito a perguntas, nas reuniões públicas.
Na Assembleia Municipal de segunda-feira, o presidente, Élio Maia, saiu a meio para outros afazeres e recambiou os jornalistas para Miguel Capão Filipe que por sua vez indicou Jorge Greno que a custo disse muito pouco.
O presidente já confessou que pretende algum tempo de tranquilidade mediática que diz ser necessário para 'arrumar a casa'. Ficamos à espera.
Presidente e vereadores, para já, só comunicam institucionalmente. Isto é, por comunicado com versões e fotos oficiais.
Ou então, com esclarecimentos, sem direito a perguntas, nas reuniões públicas.
Na Assembleia Municipal de segunda-feira, o presidente, Élio Maia, saiu a meio para outros afazeres e recambiou os jornalistas para Miguel Capão Filipe que por sua vez indicou Jorge Greno que a custo disse muito pouco.
O presidente já confessou que pretende algum tempo de tranquilidade mediática que diz ser necessário para 'arrumar a casa'. Ficamos à espera.
Aterro sem resíduos industriais banais
O aterro sanitário de Aveiro já não está a receber resíduos industriais banais.
Resta saber se esta medida vai dar à estrutura, que deveria ser selada definitivamente até 2007, mais algum tempo de vida útil.
Resta saber se esta medida vai dar à estrutura, que deveria ser selada definitivamente até 2007, mais algum tempo de vida útil.
Deputados nas empresas municipais
Dois deputados municipais de Aveiro pediram a suspensão de mandato para exercer funções em empresas municipais. Candidataram-se na lista da coligação mas decidiram aceitar os convites para outros cargos.
João Pedro Dias, do CDS, foi nomeado para a empresa do Estádio Municipal, onde é vogal da administração.
E Gilberto Ferreira, do PSD, está em funções na Parque Desportivo de Aveiro.
Se o social democrata optou por suspender o mandato por meio ano, João Pedro Dias decidiu apenas pedir 30 dias de suspensão das funções no parlamento aveirense.
Deixam, assim, aberta a porta para regressar, aproveitando essa possibilidade legal. João Pedro Dias parece menos certo do que o espera na EMA, por apenas solicitar um mês de suspensão de mandato.
Paula Barros, do Bloco de Esquerda, que não tinha a confiança do partido para exercer o cargo, também pediu a suspensão do mandato, mas por 60 dias, dando lugar a Arsélio Martins.
João Pedro Dias, do CDS, foi nomeado para a empresa do Estádio Municipal, onde é vogal da administração.
E Gilberto Ferreira, do PSD, está em funções na Parque Desportivo de Aveiro.
Se o social democrata optou por suspender o mandato por meio ano, João Pedro Dias decidiu apenas pedir 30 dias de suspensão das funções no parlamento aveirense.
Deixam, assim, aberta a porta para regressar, aproveitando essa possibilidade legal. João Pedro Dias parece menos certo do que o espera na EMA, por apenas solicitar um mês de suspensão de mandato.
Paula Barros, do Bloco de Esquerda, que não tinha a confiança do partido para exercer o cargo, também pediu a suspensão do mandato, mas por 60 dias, dando lugar a Arsélio Martins.
21.11.05
Presidenciais
O PS, o Bloco e o PCP querem mesmo que Cavaco Silva não seja o próximo Presidente da República ? Tenho sérias dúvidas.
Francisco Louça, em Águeda, ontem à noite, lançou a primeira escada a outros sectores à esquerda.
Disse que terá “satisfação em colaborar”, sentindo existir “uma fraternidade grande” que “apesar das diferenças” quer assumir “o grande combate pela modernização do País, por criar alternativas à ideia a que tudo tem de ser igual”. Será um primeiro sinal de entendimento ? Temos de esperar pelos próximos episódios da campanha. Depois dos debates nas televisões, talvez.
Francisco Louça, em Águeda, ontem à noite, lançou a primeira escada a outros sectores à esquerda.
Disse que terá “satisfação em colaborar”, sentindo existir “uma fraternidade grande” que “apesar das diferenças” quer assumir “o grande combate pela modernização do País, por criar alternativas à ideia a que tudo tem de ser igual”. Será um primeiro sinal de entendimento ? Temos de esperar pelos próximos episódios da campanha. Depois dos debates nas televisões, talvez.
20.11.05
Reserva Natural de S. Jacinto

A Reserva Natural de S. Jacinto é um paraíso para a avifauna, com relevo para as aves aquáticas migradoras.
Apesar do esforço dos técnicos do Instituto de Conservação da Natureza e de muitos outros que por ali fazem importante trabalho de campo, não é possível esconder o desinvestimento na manutenção daquele valioso património natural.
Requisitar um simples tractor para limpeza da mata pode revelar-se uma tarefa complicada. E se são urgentes trabalhos de desbaste num pinhal centenário ameaçado pelas acácias e outros males.
O grande incêndio que há alguns anos destruiu parte da reserva deixou marcas ainda hoje visíveis, já que não foi feita nova plantação como deveria.
Dizem-nos que estas pequenas grandes carências poderiam ser resolvidas mais facilmente se houvesse maior pressão das forças vivas da região (autarquias, ambientalistas, etc.) em defesa da sua reserva natural. De que esperam afinal ?
18.11.05
Pedro Silva
Com a vereadora Lusitana Fonseca ocupada pelos afazeres do Aveiro Digital, onde a maioria de direita a manteve, o PS vê Pedro Silva assumir-se como o principal rosto da oposição na Câmara.
"Ele é uma máquina", comentava outro vereador socialista, Marques Pereira, que ocupou o lugar de Eduardo Feio.
Pedro Silva tem sido uma espécie de ponto do PS a marcar o ritmo dos primeiros passos da coligação.
Agora surge também na blogosfera para ajudar a fazer Melhor Aveiro com as suas opiniões. Curioso que tenha também a iniciativa de antecipar a agenda das reuniões de Câmara (pelo menos fê-lo em relação à da próxima segunda-feira). Acho que isso é inédito. E não sei se agradará à maioria actual.
Da próxima sessão privada surge o período da ordem do dia, mas foi anunciado que será também aprovado o nome de Maria da Luz Nolasco (apontado na imprensa escrita e falada) para directora do Teatro Aveirense.
É interessante ainda que, e já não é a primeira vez este mandato, se submetam propostas de subsídios já consideráveis para o movimento associativo de uma forma isolada (10 mil euros para os festejos do S. Gonçalinho e 20 mil euros para a Associação Musical de S. Bernardo).
O programa da coligação é muito claro ao defender a atribuição de apoios "no âmbito de contratos-programa com base na responsabilização mútua e nos planos de actividades". Os casos referidos estarão nestas condições ? Ou serão as primeiras excepções à regra que serviu de bandeira eleitoral ?
"Ele é uma máquina", comentava outro vereador socialista, Marques Pereira, que ocupou o lugar de Eduardo Feio.
Pedro Silva tem sido uma espécie de ponto do PS a marcar o ritmo dos primeiros passos da coligação.
Agora surge também na blogosfera para ajudar a fazer Melhor Aveiro com as suas opiniões. Curioso que tenha também a iniciativa de antecipar a agenda das reuniões de Câmara (pelo menos fê-lo em relação à da próxima segunda-feira). Acho que isso é inédito. E não sei se agradará à maioria actual.
Da próxima sessão privada surge o período da ordem do dia, mas foi anunciado que será também aprovado o nome de Maria da Luz Nolasco (apontado na imprensa escrita e falada) para directora do Teatro Aveirense.
É interessante ainda que, e já não é a primeira vez este mandato, se submetam propostas de subsídios já consideráveis para o movimento associativo de uma forma isolada (10 mil euros para os festejos do S. Gonçalinho e 20 mil euros para a Associação Musical de S. Bernardo).
O programa da coligação é muito claro ao defender a atribuição de apoios "no âmbito de contratos-programa com base na responsabilização mútua e nos planos de actividades". Os casos referidos estarão nestas condições ? Ou serão as primeiras excepções à regra que serviu de bandeira eleitoral ?
Grande e pequeno comércio
Está aí mais uma vaga de médias / grandes superfícies comerciais e afins que vão abrir nos próximos tempos, um pouco por toda a região (S. João da Madeira, Estarreja, Albergaria, Águeda, Feira, Aveiro).
Para os consumidores, não será mau. Os preços tendem a baixar com a concorrência. Pelo menos dá essa impressão.
Do lado do comércio dito tradicional, ouvem-se os habituais queixumes.
As pequenas lojas têm dificuldade em responder às ofensivas dos Pingo Doces, Mini-Preços, Jumbos e Feiras Novas.
Mas há excepções. Em Aveiro, por exemplo. E, pelo que conheço, nem terão sido dos que receberam dinheiros dos projectos de urbanismo comercial que iam transformar o centro da cidade num "centro comercial ao ar livre".
No mini-mercado onde habitualmente passo há sempre clientes. Está aberto até um pouco mais tarde, tem ovos caseiros (até se nota que vieram da capoeira...), pataniscas de bacalhau e papos secos (dos verdadeiros). E simpatia da parte de quem atende.
Noutro caso, sei que o dono da pequena loja prontifica-se a levar a casa dos clientes habituais as compras que lhe pedem por telefone ou num recado. A montra que modifica quase semanalmente com um esmero nada comum diz tudo.
Para os consumidores, não será mau. Os preços tendem a baixar com a concorrência. Pelo menos dá essa impressão.
Do lado do comércio dito tradicional, ouvem-se os habituais queixumes.
As pequenas lojas têm dificuldade em responder às ofensivas dos Pingo Doces, Mini-Preços, Jumbos e Feiras Novas.
Mas há excepções. Em Aveiro, por exemplo. E, pelo que conheço, nem terão sido dos que receberam dinheiros dos projectos de urbanismo comercial que iam transformar o centro da cidade num "centro comercial ao ar livre".
No mini-mercado onde habitualmente passo há sempre clientes. Está aberto até um pouco mais tarde, tem ovos caseiros (até se nota que vieram da capoeira...), pataniscas de bacalhau e papos secos (dos verdadeiros). E simpatia da parte de quem atende.
Noutro caso, sei que o dono da pequena loja prontifica-se a levar a casa dos clientes habituais as compras que lhe pedem por telefone ou num recado. A montra que modifica quase semanalmente com um esmero nada comum diz tudo.
17.11.05
A lição de Artur Santos Silva
Artur Santos Silva, o senhor BPI, agora mais despreendido da gestão executiva, esteve esta quarta-feira em Aveiro, a convite da Associação Académica da UA, para falar de emprego e ensino superior.
O banqueiro nortenho, que tem tido uma participação cívica activa, deixou a sua visão do que deveria mudar no ensino superior. Disse que é necessário torná-lo mais favorável ao empreendedorismo. Lembrou o caso da Irlanda, onde o crescimento económico ficou muito a dever a gente que saiu das universidades para criar empresas.
A lição de Artur Santos Silva - que é a par de Belmiro de Azevedo (o Homem Sonae) uma das figuras que marcaram o desenvolvimento do País no pós-25 de Abril - terminou com alguns conselhos práticos aos estudantes.
Uma atitude que não recomendou de todo é a arrogância “ao estilo de José Mourinho”, apesar do seu banco ter, justamente, o mais conhecido treinador português como um dos rostos do momento. Viram-se sorrisos na sala.
O banqueiro nortenho, que tem tido uma participação cívica activa, deixou a sua visão do que deveria mudar no ensino superior. Disse que é necessário torná-lo mais favorável ao empreendedorismo. Lembrou o caso da Irlanda, onde o crescimento económico ficou muito a dever a gente que saiu das universidades para criar empresas.
A lição de Artur Santos Silva - que é a par de Belmiro de Azevedo (o Homem Sonae) uma das figuras que marcaram o desenvolvimento do País no pós-25 de Abril - terminou com alguns conselhos práticos aos estudantes.
Uma atitude que não recomendou de todo é a arrogância “ao estilo de José Mourinho”, apesar do seu banco ter, justamente, o mais conhecido treinador português como um dos rostos do momento. Viram-se sorrisos na sala.
16.11.05
"4 Luas"
Reencontrei quase por acaso o "4 Luas" na Aveiro FM (96.5).
João Carlos Silva continua na mesma: excelente !
Passa às quartas-feiras, entre as 22:00 e as 00:00.
Um oásis radiofónico.
João Carlos Silva continua na mesma: excelente !
Passa às quartas-feiras, entre as 22:00 e as 00:00.
Um oásis radiofónico.
Paulo Ribeiro
A nova Câmara afastou Paulo Ribeiro da direcção do Teatro Aveirense. Era de esperar.
Alberto Souto, ex-presidente, errou ao contratar o coreógrafo a poucas semanas das eleições criando-lhe expectativas que sairam defraudadas.
Paulo Ribeiro tinha o perfil que a anterior maioria socialista achava mais adequado para projectar o Teatro Aveirense. E, realmente, é um dos agentes culturais mais reputados do País. Portanto, era de acreditar no seu trabalho.
Se os motivos invocados são reais (falta de orçamento, necessidade de poupar), espera-se que a actual Câmara tenha, pelo menos, procurado renegociar o contrato do ex-director artístico e da pessoa que o acompanhou. Talvez tivesse valido a pena um esforço, também, de encontrar novas receitas, por exemplo, ao abrigo do mecenato.
Mal é se a mudança serve apenas para colocar no cargo um (a) outro (a) protagonista mais próximo das actuais sensibilidades políticas à frente do município.
Seja quem for, espera-se que esteja à altura do estatuto da sala. Caso contrário, ficamos todos a perder.
Alberto Souto, ex-presidente, errou ao contratar o coreógrafo a poucas semanas das eleições criando-lhe expectativas que sairam defraudadas.
Paulo Ribeiro tinha o perfil que a anterior maioria socialista achava mais adequado para projectar o Teatro Aveirense. E, realmente, é um dos agentes culturais mais reputados do País. Portanto, era de acreditar no seu trabalho.
Se os motivos invocados são reais (falta de orçamento, necessidade de poupar), espera-se que a actual Câmara tenha, pelo menos, procurado renegociar o contrato do ex-director artístico e da pessoa que o acompanhou. Talvez tivesse valido a pena um esforço, também, de encontrar novas receitas, por exemplo, ao abrigo do mecenato.
Mal é se a mudança serve apenas para colocar no cargo um (a) outro (a) protagonista mais próximo das actuais sensibilidades políticas à frente do município.
Seja quem for, espera-se que esteja à altura do estatuto da sala. Caso contrário, ficamos todos a perder.
Juntas de Freguesia
Os autarcas das freguesias não cabem em si de contentes com tanta disponibilidade mas esperam mais do que palavras. O presidente da Câmara de Aveiro recebeu-os ontem à noite. Foi a terceira reunião (!) desde que Élio Maia tomou posse.
Os dois primeiros encontros serviram para apresentações. O terceiro já deve ter servido para tratar de coisas mais práticas. Resta saber se a Câmara tem fundo de maneio para atender as exigências e ainda saldar contas em atraso. Uma coisa é certa: de falta de diálogo não se podem queixar.
Os dois primeiros encontros serviram para apresentações. O terceiro já deve ter servido para tratar de coisas mais práticas. Resta saber se a Câmara tem fundo de maneio para atender as exigências e ainda saldar contas em atraso. Uma coisa é certa: de falta de diálogo não se podem queixar.
15.11.05
Parar a inovação é andar para trás

São, de facto, algumas das nossas estrelas empresariais: Siroco (automação), Vulcano (termodomésticos) e A. Silva Matos (metalomecânica) operam a partir de Aveiro para todo o mundo e conseguem competir nas suas áreas com qualquer empresa. Inovação e competitividade são os seus trunfos.
O percurso de cada uma foi apresentado como exemplo a seguir durante um encontro organizado esta terça-feira em Aveiro pelo IAPMEI.
São já empresas consagradas, mas nem por isso ficam a viver dos louros.
No caso da Vulcano, ocupa uma posição de líder no mercado, o que é muito mais confortável. Mas não se pense que a subsidiária nacional do gigante alemão Bosch dorme à sombra do sucesso. É que a fábrica de Aveiro tem a responsabilidade acrescida de ser o centro de competência mundial para os termodomésticos. Ou seja, passa por ali tudo que diga respeito a novos equipamentos. “Parar é a forma mais rápida de andar para trás”, dizia Paulo Couto, director de Inovação da Vulcano citando um guru da gestão.
Para exemplificar o quanto difícil é inovar, deu conta de alguns aspectos de um projecto em que a empresa está envolvida e que talvez “daqui a alguns anos” poderá aparecer no mercado.
No início, surgiram mais de 900 ideias, das quais 20 chegaram à fase da pré-investigação. Apenas 7 vingaram dando orgem a uma dezena de patentes. E o processo ainda tem muito para andar até ser concretizado, quem sabe, se num esquentador ou caldeira revolucionário. Mas isso nem sempre acontece. A inovação, como observou Paulo Couto, é das actividades industriais com “mais alta taxa de mortalidade”.
14.11.05
Capão one men show
Medidas simples resolvem, não raramente, grandes problemas.
Isso ficou provado, mais uma vez, na reunião pública da Câmara de Aveiro realizada esta segunda-feira a tarde.
O vereador Miguel Capão Filipe trouxe para aprovação uma proposta para colocar finalmente (!) uma rampa junto à ourivesaria Vieira, na avenida Lourenço Peixinho. O hotel Arcada deve perder dois lugares de estacionamento, mas ainda tem outros dois.
E assim acabará uma dor de cabeça para quem tentava passar ali de cadeira de rodas ou com carrinho de bebé.
Miguel Capão Filipe não teve, de resto, mãos a medir e foi a figura da reunião pública, tendo agendado à conta dos seus pelouros a esmagadora maioria dos pontos da ordem de trabalhos.
Ele é trânsito, iluminações e festas de Natal, defesa do salgado e festivais de música.
Foi também o vereador da maioria mais interventivo nas respostas, prontas, a algumas, ainda que leves, bicadas da oposição onde, notoriamente, ainda se faz um esforço para não estragar o estado de graça que a praxe autárquica impõe durante mais algum tempo.
Isso ficou provado, mais uma vez, na reunião pública da Câmara de Aveiro realizada esta segunda-feira a tarde.
O vereador Miguel Capão Filipe trouxe para aprovação uma proposta para colocar finalmente (!) uma rampa junto à ourivesaria Vieira, na avenida Lourenço Peixinho. O hotel Arcada deve perder dois lugares de estacionamento, mas ainda tem outros dois.
E assim acabará uma dor de cabeça para quem tentava passar ali de cadeira de rodas ou com carrinho de bebé.
Miguel Capão Filipe não teve, de resto, mãos a medir e foi a figura da reunião pública, tendo agendado à conta dos seus pelouros a esmagadora maioria dos pontos da ordem de trabalhos.
Ele é trânsito, iluminações e festas de Natal, defesa do salgado e festivais de música.
Foi também o vereador da maioria mais interventivo nas respostas, prontas, a algumas, ainda que leves, bicadas da oposição onde, notoriamente, ainda se faz um esforço para não estragar o estado de graça que a praxe autárquica impõe durante mais algum tempo.
13.11.05
Rotundas artísticas para ninguém apreciar ?
O Jornal da Rua mostra as imagens da inauguração das esculturas que Dimas Macedo construiu para deixar na Murtosa, sua terra natal.
A moda das esculturas nas rotundas é um estranho paradoxo.
Este é mais um interessante conjunto artistico mas para ninguém apreciar como devia (e o autor merecia).
Estacionamos o carro na berma e passamos a pé ?
Acho que até desvaloriza a obra ficar ali, sem olhares mais atentos.
Proponho, desde já, que seja deslocalizada para um espaço público.
As rotundas podem ficar simplesmente sem nada. O efeito é o mesmo !
A moda das esculturas nas rotundas é um estranho paradoxo.
Este é mais um interessante conjunto artistico mas para ninguém apreciar como devia (e o autor merecia).
Estacionamos o carro na berma e passamos a pé ?
Acho que até desvaloriza a obra ficar ali, sem olhares mais atentos.
Proponho, desde já, que seja deslocalizada para um espaço público.
As rotundas podem ficar simplesmente sem nada. O efeito é o mesmo !
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