11.1.12
OK & KO
OK
» A rebelião do CDS na Assembleia Municipal de Aveiro exige coragem política, deixando um sério aviso ao PSD e ao presidente da Câmara depois de episódios de desconsideração que o parceiro de coligação não voltará, presume-se, a tolerar.
KO
» A 'guerra' entre empresas de trabalho portuário e estivadores é um lavar de roupa suja que não fica bem a nenhuma das partes e dá uma má imagem do Porto de Aveiro que está sujeito a descer de divisão, ficando sob alçada de uma holding e a ser comandada localmente por um administrador-delegado.
» A rebelião do CDS na Assembleia Municipal de Aveiro exige coragem política, deixando um sério aviso ao PSD e ao presidente da Câmara depois de episódios de desconsideração que o parceiro de coligação não voltará, presume-se, a tolerar.
KO
» A 'guerra' entre empresas de trabalho portuário e estivadores é um lavar de roupa suja que não fica bem a nenhuma das partes e dá uma má imagem do Porto de Aveiro que está sujeito a descer de divisão, ficando sob alçada de uma holding e a ser comandada localmente por um administrador-delegado.
30.12.11
May the Force be with you in 2012!
With the walk (walk)
and the talk (talk)
and the tic-tac clock (clock)
With the rock (rock)
and the roll (roll)
and the bridge (bridge)
and the toll (toll)
With the brilliance (brilliance)
and the light (light)
with the stink (stink)
and the hype (hype)
and the road ahead of you.
I cannot tell a lie
It's not all cherry pie
But it's all there waiting for you
Yeah you
Hey Yeah
Hey Yeah
Hey Yeah
I know
With the walk (walk)
And the woods (woods)
And the subterfuge (fuge)
There's an old look bitter and blue
While I'm nothing but confused (confused)
with nothing left to lose (lose)
and if you buy that
I've got a bridge for you
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah (Hey Yeah)
I know
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah (Hey Yeah)
I know
Oh...
Every day is new again
Every day is yours to win
And that's how heroes are made
I wanted (I wanted) to win (to win)
so I'd said it again:
That's how heroes are made
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah
I know
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah (Hey Yeah)
Hey Yeah
I know
Ah...
29.12.11
Oportunidades de trabalho, perdão empregos
O mercado laboral que gira em torno de cargos políticos deve ser o único que parece mexer na nossa região que no longínquo século passado já foi de pleno emprego em praticamente todos os ofícios.
Na região, o PSD tem muitos autarcas (quase todos os presidentes) com horizonte limitado a fins de 2013 e alguns estarão dispostos a virar costas aos concidadãos, fazendo tábua rasa de juras impressas em programas eleitorais.
Santos Sousa foi o primeiro a apanhar o moliceiro que desceu a Ria até Aveiro para beneficiar da vista única do gabinete do último andar do edifício da Segurança Social, obra erguida no Cavaquismo à imagem da pujança económica e social do distrito na altura.
O ex-autarca da Murtosa é a grande surpresa do mercado de Inverno que promete trazer novidades a qualquer momento, entre transferências, regressos à actividade ou promoções ao escalão maior.
Ribau Esteves também, garante o próprio, foi assediado a embarcar, no seu caso para rumar à capital do País, mas preferiu continuar pela beira mar, eventualmente, por acreditar que são mais as marés do que marinheiros. Ou não tivesse sido também marujo.Como o vento não sopra a favor, o presidente da Câmara de Ílhavo e da Região de Aveiro vai esperar que o pó acalme. E apreciar a agitação dos candidatos a boys que andam por aí envolvidos em grandes lutas partidárias e jogos de influências para apanhar os jobs de nomeação destinados, na sua maioria, a 'altos quadros' que dispensam quase todas as habilitações excepto provas de lealdade política.
Na região, o PSD tem muitos autarcas (quase todos os presidentes) com horizonte limitado a fins de 2013 e alguns estarão dispostos a virar costas aos concidadãos, fazendo tábua rasa de juras impressas em programas eleitorais.
Santos Sousa foi o primeiro a apanhar o moliceiro que desceu a Ria até Aveiro para beneficiar da vista única do gabinete do último andar do edifício da Segurança Social, obra erguida no Cavaquismo à imagem da pujança económica e social do distrito na altura.
O ex-autarca da Murtosa é a grande surpresa do mercado de Inverno que promete trazer novidades a qualquer momento, entre transferências, regressos à actividade ou promoções ao escalão maior.
Ribau Esteves também, garante o próprio, foi assediado a embarcar, no seu caso para rumar à capital do País, mas preferiu continuar pela beira mar, eventualmente, por acreditar que são mais as marés do que marinheiros. Ou não tivesse sido também marujo.Como o vento não sopra a favor, o presidente da Câmara de Ílhavo e da Região de Aveiro vai esperar que o pó acalme. E apreciar a agitação dos candidatos a boys que andam por aí envolvidos em grandes lutas partidárias e jogos de influências para apanhar os jobs de nomeação destinados, na sua maioria, a 'altos quadros' que dispensam quase todas as habilitações excepto provas de lealdade política.
3.12.11
O verdadeiro Patrão da SAD
Apareceu como intérprete de Majid Pishyar na escritura da SAD. Hoje é a quem o iraniano naturalizado canadiano residente na Suiça e com domicílio fiscal no Dubai confia as ordens para gerir o futebol profissional do Beira-Mar. Nuno Patrão não precisa de estar no organigrama para mandar. António Cruz que o diga.
Tapetes vermelhos
Apesar dos passeios em Aveiro estarem longe de serem bem tratados, a calçada portuguesa, e os motivos regionais nela desenhados, é uma das marcas da cidade.
Se está suja ou com falta de pedras, seria melhor lavar e tapar as falhas do que lançar tapetes vermelhos que, a pretexto de atrair uns quantos clientes a lojas de requinte desejosas de facturar, escondem a arte sobre a qual caminhamos.
Uma praga.
Já não bastava a infeliz moda de colocar tarjas (nos canais por exemplo) que aproveitam-se abusivamente do património urbano.
26.11.11
Vitor Martins saltou agradecimento especial ao presidente da Câmara
Vítor Martins tinha o discurso escrito com antecedência e bem ensaiado.
Mas o nervosinho miúdo dos grandes momentos terá feito o presidente reeleito do PSD de Aveiro saltar o agradecimento especial protocolar a Élio Maia, o independente que deu aos 'laranjas', ainda que a meias com o CDS, a primeira presidência de Câmara na cidade da Ria.
Ainda assim, estranha-se a ausência de referências explícitas ao autarca a cumprir o segundo mandato, e que até estava na tomada de posse. Poderá ter resultado de excesso de zelo partidário (para não misturar as águas) ou de algum afastamento político e partidário para as batalhas que se aproximam no horizonte.
20.11.11
Novo quartel de bombeiros em Aveiro
A cedência de um terreno para o quartel dos bombeiros Novos de Aveiro, várias vezes prometida e mais uma vez anunciada, teria sido um bom pretexto para a fusão das duas corporações da cidade.
Os Velhos ficarão à espera de benesse idêntica, quando os tempos que correm aconselham prudência e racionalização dos meios. Os bombeiros não terão levantado o assunto e a Câmara também entendeu não o fazer, pelo menos publicamente.
Mesmo com terreno, fica a grande dúvida se nos próximos anos os Novos terão apoios para algo mais do que terraplanagens e a placa da praxe a anunciar o futuro quartel.
Os Velhos ficarão à espera de benesse idêntica, quando os tempos que correm aconselham prudência e racionalização dos meios. Os bombeiros não terão levantado o assunto e a Câmara também entendeu não o fazer, pelo menos publicamente.
Mesmo com terreno, fica a grande dúvida se nos próximos anos os Novos terão apoios para algo mais do que terraplanagens e a placa da praxe a anunciar o futuro quartel.
14.11.11
A ponte era uma passagem...
Foi fechada ao trânsito, tolerada para peões e caiu pouco antes de alguém meter o pé em falso.
A ponte de Lamas do Vouga vai transformar-se num monte de entulho.
Se não era segura, ao ponto de todos anteciparem o desfecho de sábado, e a autarquia ter logo afastado o restauro, está por explicar como é que não foi dada ordem de demolição antes de mal maior.
A ponte de Lamas do Vouga vai transformar-se num monte de entulho.
Se não era segura, ao ponto de todos anteciparem o desfecho de sábado, e a autarquia ter logo afastado o restauro, está por explicar como é que não foi dada ordem de demolição antes de mal maior.
Élio Maia como nunca foi criticado por munícipe de Ílhavo
Não resiste a criticar quem lhe sucedeu, obra de Élio Maia & companhia.
Há ainda muitas contas por acertar.
O entusiasmo dispara, idealiza um facebook gigante, diferenciador de um Aveiro tecnológico. Regressa à terra. A água que passou pela ponte, diz o povo, não volta a passar.
Mas em Aveiro as eclusas da ria herdadas de Girão Pereira e Celso Santos permitem um fenómeno de ida e volta politicamente mais interessante.
As influências do lixo
O processo Face Oculta só (!) tem pessoas mais influentes, prendas mais caras e, claro, negócios mais lucrativos .
O modus operandi é o mesmo.
Desconfio que há quem não viva (e muito bem) fora destes esquemas.
A investigação MP / PJ de Aveiro será uma gota de água.
Insuficiente para moralizar.
Por motivos óbvios, ou não valesse quase tudo nos negócios. Até tirar olhos.
5.11.11
Nas Cristas das ondas
Uma ministra 'todo o terreno'. Assunção Cristas foi a Mira ver a colocação de sacos de areia para reforçar as dunas que protegem bairros construídos demasiado junto à costa e agora são ameaçados pelas marés vivas.
A titular da
super pasta da agricultura, mar, ambiente e ordenamento do território
já pôde andar de sapatilhas esta sexta-feira porque a bonança regressou
depois de dias e noites de temporal mais próprios de galochas.
2.11.11
A balançar para o terceiro mandato
Não haverá duas sem três ? O balanço de metade do mandato deixou a ideia que Élio Maia sente-se revigorado para ir à procura da reeleição na presidência da Câmara de Aveiro.
A entrada de uma vereadora nova, que não vai agitar as águas, pôs fim à tempestade política e partidária que abalou seriamente a maioria de direita.
Arrumada a casa, o edil aposta agora nos arranjos exteriores. Umas quantas obras do regime e até inaugurações de investimentos onde a autarquia deu uma mão servirão de rampa de lançamento à terceira candidatura.
Talvez por isso mostra-se mais sensível às rajadas de críticas vindas da oposição, em especial do PS.
Para aligeirar responsabilidades do permanente desconforto financeiro, que não mereceu uma linha que fosse em 25 páginas do balanço, Élio Maia voltou a atirar com culpas para a herança socialista e exige um acto de contrição. O argumento é recorrente.
Acusou ainda protagonistas de movimentos cívicos de não terem legitimidade para repetidas posições contra prioridades do executivo. O que também não é novo e é atirado à cara dos socialistas sempre que aparece mais um caso por resolver.
A política local continua, assim, a andar sempre à volta dos mesmos temas.
A entrada de uma vereadora nova, que não vai agitar as águas, pôs fim à tempestade política e partidária que abalou seriamente a maioria de direita.
Arrumada a casa, o edil aposta agora nos arranjos exteriores. Umas quantas obras do regime e até inaugurações de investimentos onde a autarquia deu uma mão servirão de rampa de lançamento à terceira candidatura.
Talvez por isso mostra-se mais sensível às rajadas de críticas vindas da oposição, em especial do PS.
Para aligeirar responsabilidades do permanente desconforto financeiro, que não mereceu uma linha que fosse em 25 páginas do balanço, Élio Maia voltou a atirar com culpas para a herança socialista e exige um acto de contrição. O argumento é recorrente.
Acusou ainda protagonistas de movimentos cívicos de não terem legitimidade para repetidas posições contra prioridades do executivo. O que também não é novo e é atirado à cara dos socialistas sempre que aparece mais um caso por resolver.
A política local continua, assim, a andar sempre à volta dos mesmos temas.
23.10.11
19.10.11
Renúncia
Os detractores já enterraram Miguel Fernandes mas a notícia da sua morte política será manifestamente exagerada.
O vereador do CDS que um dia disse ter o sonho de ser presidente da Câmara de Aveiro sai por seu pé, ainda que empurrado pela presidência, parecendo, nesta altura preferir sacrificar a vida pública, e a visibilidade que o cargo no executivo podia dar, para retomar a carreira profissional deixada de parte enquanto teve funções executivas.
Se nada mais vier a explicar a renúncia, compreende-se.
O CDS já tem a substituta em aquecimento e o presidente Élio Maia deve, finalmente, ter algum descanso quando chegar o momento de votações mais delicadas, recuperando a maioria, de facto.
Resta saber o preço dos meses de crise interna para a coligação PSD-CDS que ainda mantém o problema Ana Vitória Neves por resolver.
O vereador do CDS que um dia disse ter o sonho de ser presidente da Câmara de Aveiro sai por seu pé, ainda que empurrado pela presidência, parecendo, nesta altura preferir sacrificar a vida pública, e a visibilidade que o cargo no executivo podia dar, para retomar a carreira profissional deixada de parte enquanto teve funções executivas.
Se nada mais vier a explicar a renúncia, compreende-se.
O CDS já tem a substituta em aquecimento e o presidente Élio Maia deve, finalmente, ter algum descanso quando chegar o momento de votações mais delicadas, recuperando a maioria, de facto.
Resta saber o preço dos meses de crise interna para a coligação PSD-CDS que ainda mantém o problema Ana Vitória Neves por resolver.
17.10.11
OK & KO
OK
A maioria na Câmara, ou o que resta dela, aceitou a supressão do arruamento no bairro do Alboi, em Aveiro. Élio Maia não quis hostilizar mais os contestatários e deu o braço a torcer, ainda que a custo.
KO
O Beira-Mar dentro do campo tarda em acertar dentro da baliza e a saída precoce da Taça é primeira grande derrota da época. A perda do pavilhão para ex-dirigentes credores também apanhou a direcção (clube e SAD) fora-de-jogo ou não será uma jogada táctica ?
A maioria na Câmara, ou o que resta dela, aceitou a supressão do arruamento no bairro do Alboi, em Aveiro. Élio Maia não quis hostilizar mais os contestatários e deu o braço a torcer, ainda que a custo.
KO
O Beira-Mar dentro do campo tarda em acertar dentro da baliza e a saída precoce da Taça é primeira grande derrota da época. A perda do pavilhão para ex-dirigentes credores também apanhou a direcção (clube e SAD) fora-de-jogo ou não será uma jogada táctica ?
11.10.11
PM de Dyna
Havia de ser
condição obrigatória para pretendentes ao cargo de Primeiro-Ministro
conduzir uma Dyna pelo menos cinco anos antes da candidatura à chefia do
Governo.
A
carrinha é a marca preferida para pequenos negócios, do comércio, à
construção civil passando pela venda de hortícolas ou fruta.
Quem
lhe toma o volante tem mais experiência de vida, de como subir a pulso,
do que a maioria dos nossos políticos que têm de conduzir o país nas
encruzilhadas da crise.
Passos
Coelho, na fábrica da Toyota de Ovar, não se atrapalhou e logo que
descobriu onde ficava a chave de ignição parecia pronto a acelerar.
Foi só um pequeno arranque para a fotografia. Ainda assim, admirou-se
com a leveza da direcção.
Já o Álvaro, ministro da Economia, não apanhou boleia
e parece ainda andar a reboque na governação sem assumir em pleno as
rédeas da pasta. Quem aceita a ostensiva ordem de uma assessora de
imprensa para ficar de 'bico calado' perante a investida de jornalistas revela não ter ainda tomado o pulso do cargo, nem impor o respeito que devia.
8.10.11
Passeios nos canais de Aveiro
Tudo o que é demais é moléstia
O crescimento aparentemente descontrolado de operadores que se dedicam a fazer passeios nos canais citadinos da Ria exige que a autarquia ponha mão à actividade quanto antes.
A Câmara de Aveiro tem sido avisada na Assembleia Municipal para a necessidade de impor regras mais apertadas para controlar a ganância das empresas e acautelar os impactos ambientais, nomeadamente os relacionados com a estabilidade dos muros dos canais.
Estarão, de resto, a ser tomadas medidas, esperando-se que não tardem pois urge acabar com algumas práticas dos operadores. A forma como os angariadores percorrem o Rossio desalmados a atrair clientes, por exemplo.
Como o justo paga pelo pecador, importa deixar trabalhar quem está em melhores condições e encostar à margem quem só pensa em cobrar bilhetes.

O crescimento aparentemente descontrolado de operadores que se dedicam a fazer passeios nos canais citadinos da Ria exige que a autarquia ponha mão à actividade quanto antes.
A Câmara de Aveiro tem sido avisada na Assembleia Municipal para a necessidade de impor regras mais apertadas para controlar a ganância das empresas e acautelar os impactos ambientais, nomeadamente os relacionados com a estabilidade dos muros dos canais.
Estarão, de resto, a ser tomadas medidas, esperando-se que não tardem pois urge acabar com algumas práticas dos operadores. A forma como os angariadores percorrem o Rossio desalmados a atrair clientes, por exemplo.
Como o justo paga pelo pecador, importa deixar trabalhar quem está em melhores condições e encostar à margem quem só pensa em cobrar bilhetes.
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