27.1.06
Ramal abre caminho
Com a expropriação de terrenos o ramal ferroviário do Porto de Aveiro poderá não sair mais dos carris. O projecto é antigo tendo conhecido avanços e recuos. Tenho cá para mim que está para breve uma visitinha do Primeiro-Ministro José Sócrates para anunciar a abertura do concurso desta obra emblemática para a região. Já deverá ser apenas uma questão de acerto de agenda.
25.1.06
GAMA
A GAMA (Grande Área Metropolitana de Aveiro) na prática nunca passou do papel. Hoje decide-se se ainda tem algum sentido continuar.
23.1.06
Élio & Cavaco

Carlos Santos, vice-presidente da Câmara de Aveiro, surpreendeu, esta tarde, durante o período antes da ordem do dia da sessão pública, ao encontrar semelhanças nas vitórias eleitorais de Élio Maia e Cavaco Silva, respectivamente, nas últimas autárquicas e presidenciais.
A explicação segundo o prestável vereador do PSD é que ambos fizeram campanha "com elevação e sem agredir os adversários" e isso "normalmente é bem acolhido pelos portugueses que não gostam que se diga permanentemente mal".
Do PS, além de votos democráticos de parabéns à direita, o vereador Pedro Silva pegou na deixa e enunciou outra parecença entre as campanhas de Cavaco e Élio: "Vimos agora que quem apresenta os programas menos extensos também vence".
Foto do Blogdaskipper
22.1.06
Cavaco PR
Confirmando aquilo que perspectivara, Cavaco Silva foi eleito Presidente da República e teve uma boa ajuda de Aveiro.
Desconfio que nada será com dantes, com o regresso do cavaquismo e dos cavaquistas. E não necessariamente para melhor, como a maioria dos portugueses estão à espera. Veremos o que o tempo nos dirá.
A esquerda, de vistas curtas, foi vítima da sua própria ganância.
Apesar da abstenção ter diminuído, não foi suficiente para a chegar à segunda volta.
José Sócrates saiu muito mal da aposta que fez e na qual empenhou o seu Governo com uma campanha de relações públicas em torno de novos investimentos no País com motivações, obviamente, de criar um bom 'elan' em véspera eleitoral.
A terminar a noite ainda cometeu a indelicadeza de tirar a palavra a Manuel Alegre, fazendo cair a sua intervenção 'em cima' da declaração do candidato nas televisões.
Desconfio que nada será com dantes, com o regresso do cavaquismo e dos cavaquistas. E não necessariamente para melhor, como a maioria dos portugueses estão à espera. Veremos o que o tempo nos dirá.
A esquerda, de vistas curtas, foi vítima da sua própria ganância.
Apesar da abstenção ter diminuído, não foi suficiente para a chegar à segunda volta.
José Sócrates saiu muito mal da aposta que fez e na qual empenhou o seu Governo com uma campanha de relações públicas em torno de novos investimentos no País com motivações, obviamente, de criar um bom 'elan' em véspera eleitoral.
A terminar a noite ainda cometeu a indelicadeza de tirar a palavra a Manuel Alegre, fazendo cair a sua intervenção 'em cima' da declaração do candidato nas televisões.
21.1.06
Feirense
Fui a Santa Maria da Feira, este sábado, assistir ao Feirense - Beira-Mar. Por força do vício, ouvi o relato através de uma rádio local. A verdade é que do jogo da Liga de Honra a dita transmitiu muito pouco do que seria de esperar. Isto por força das interrupções motivadas por "tempos e resultados" bem como de golos nos vários campos de futebol onde estavam equipas do concelho.
A rádio estava em todas! Dos nacionais aos distritais. Nunca ouvi tal coisa.
A Feira, com as suas 31 freguesias, dá-se ao luxo de sustentar várias equipas em escalões nacionais, já para não falar nas amadoras.
O que me deixou a pensar: os orçamentos daqueles clubes todos juntos, principalmente os mais importantes (Feirense, U. Lamas, Lourosa, S. João de Ver, etc.) , dava para manter, folgadamente, uma equipa competitiva na Superliga.
Aparentemente, os bairrismos tornariam esta ideia uma anedota. Mas é pena. O Feirense tem feito um trabalho interessante nos últimos anos, nomeadamente criando infra-estruturas (centro de treinos) que fazem inveja a muitos clubes nacionais.
Com resultados desportivos, poderá ganhar balanço para dar à cidade um estádio como já merece.
A rádio estava em todas! Dos nacionais aos distritais. Nunca ouvi tal coisa.
A Feira, com as suas 31 freguesias, dá-se ao luxo de sustentar várias equipas em escalões nacionais, já para não falar nas amadoras.
O que me deixou a pensar: os orçamentos daqueles clubes todos juntos, principalmente os mais importantes (Feirense, U. Lamas, Lourosa, S. João de Ver, etc.) , dava para manter, folgadamente, uma equipa competitiva na Superliga.
Aparentemente, os bairrismos tornariam esta ideia uma anedota. Mas é pena. O Feirense tem feito um trabalho interessante nos últimos anos, nomeadamente criando infra-estruturas (centro de treinos) que fazem inveja a muitos clubes nacionais.
Com resultados desportivos, poderá ganhar balanço para dar à cidade um estádio como já merece.
Blogues e jornalismo (cont.)
Caríssimos Nuno e Pedro,
Os vossos (excelentes!) blogues são, de facto, informativos.
O que eu digo é que jornalismo é algo um pouco mais exigente do que apenas informar ou opinar. E isso tem regras.
Os vossos (excelentes!) blogues são, de facto, informativos.
O que eu digo é que jornalismo é algo um pouco mais exigente do que apenas informar ou opinar. E isso tem regras.
20.1.06
Economia
"Volkswagen decide produzir novo modelo de automóvel na Autoeuropa" (Agência Lusa)
Esta notícia de hoje é a cereja no topo do bolo. A manchete do caderno Economia do Expresso reflecte o que se tem lido e ouvido nos últimos dias. Só espero que não seja fruta da época.
Esta notícia de hoje é a cereja no topo do bolo. A manchete do caderno Economia do Expresso reflecte o que se tem lido e ouvido nos últimos dias. Só espero que não seja fruta da época.
Notícias e jornalismo
É comum encontrar nos blogues "notícias". E até algumas cachas.
Aqui, por exemplo, confesso, foi a primeira vez que vi o ferry. Mas não quer dizer que os autores estejam a fazer jornalismo. Nem acho muito feliz chamar a isso, como agora é muito comum, "Citizen Journalism" (jornalismo participativo). Pode ser outra coisa, agora jornalismo acho que não deve ser.
Uma coisa é certa: muitos bloguers bem informados dão "notícias" e já rivalizam em grande medida com a imprensa escrita e falada que não parece ter a capacidade de resposta que devia.
Aqui, por exemplo, confesso, foi a primeira vez que vi o ferry. Mas não quer dizer que os autores estejam a fazer jornalismo. Nem acho muito feliz chamar a isso, como agora é muito comum, "Citizen Journalism" (jornalismo participativo). Pode ser outra coisa, agora jornalismo acho que não deve ser.
Uma coisa é certa: muitos bloguers bem informados dão "notícias" e já rivalizam em grande medida com a imprensa escrita e falada que não parece ter a capacidade de resposta que devia.
19.1.06
Garcia Pereira
Fou uma sessão de esclarecimento à moda antiga. Garcia Pereira não se mostrou incomodado pela plateia reduzida que o aguardava na Junta de Freguesia de Cacia. E falou durante mais de duas horas seguramente.
O candidato apoiado pelo PCTP/MRPP (uma escola partidária do inicio da nossa democracia onde começaram muitos dos actuais protagonistas deste País) tem, de facto, muita experiência política e é um bom comunicador.
Mas não chega para cativar mais do que algumas décimas de eleitorado em todas as eleições a que concorre.
Apesar de andar em campanha com parcos recursos (faz do carro a sede da candidatura), ser esquecido pelos meios de comunicação social (como aconteceu notoriamente na organização dos debate na TV) e ostracizado pelos outros candiditados, este advogado especialista em causas laborais, que é temido por muitos patrões, não desiste.
O candidato apoiado pelo PCTP/MRPP (uma escola partidária do inicio da nossa democracia onde começaram muitos dos actuais protagonistas deste País) tem, de facto, muita experiência política e é um bom comunicador.
Mas não chega para cativar mais do que algumas décimas de eleitorado em todas as eleições a que concorre.
Apesar de andar em campanha com parcos recursos (faz do carro a sede da candidatura), ser esquecido pelos meios de comunicação social (como aconteceu notoriamente na organização dos debate na TV) e ostracizado pelos outros candiditados, este advogado especialista em causas laborais, que é temido por muitos patrões, não desiste.
18.1.06
Cavaco Silva
Cavaco Silva surgiu em Aveiro com o estado de espírito daquelas equipas de futebol que levam vantagem no marcador e ocupam os último minutos a gerir o tempo à espera do apito final.
Mesmo com os adversários a bombear bolas para a pequena área na tentativa de reduzir a desvantagem, o rigor defensivo do ex-Primeiro-Ministro, que entretanto abdicou de atacar os adversários, poderá ser suficiente para garantir a vitória da segunda tentativa nas presidenciais.
Cavaco Silva teve a maior recepção da campanha de todos os candidatos que vieram ao distrito, numa manifestação de força eleitoral que será proporcional à desilusão no caso do embate não ficar resolvido na primeira volta.
Mesmo com os adversários a bombear bolas para a pequena área na tentativa de reduzir a desvantagem, o rigor defensivo do ex-Primeiro-Ministro, que entretanto abdicou de atacar os adversários, poderá ser suficiente para garantir a vitória da segunda tentativa nas presidenciais.
Cavaco Silva teve a maior recepção da campanha de todos os candidatos que vieram ao distrito, numa manifestação de força eleitoral que será proporcional à desilusão no caso do embate não ficar resolvido na primeira volta.
17.1.06
Ambiente pré-eleitoral
Anúncios de investimentos, inaugurações, visitas. Têm sido dias com muitos sorrisos e notícias aparentemente boas. O Governo esforça-se por dar um bom ambiente pré-eleitoral ou é impressão minha?
Francisco Louçã
A candidatura presidencial de Francisco Louçã confunde-se com o Bloco de Esquerda. Dificilmente aconteceria de outra forma.
O comício em Santa Maria da Feira, segunda-feira à noite, deixou muita gente à porta da biblioteca municipal mobilizada também pela presença Sérgio Godinho para um interlúdio musical antes do discurso de fecho.
Depois das cantigas, ouvem-se apelos à "luta popular" e reclamam-se políticas verdadeiramente socialistas.
Fala-se do "povo trabalhador".
Poderia ser um comício do PCP que poucos notariam a diferença. Aliás, muitos dos rostos bloquistas são comunistas desiludidos que ganharam novo ânimo.
O que tem, afinal, o Bloco de diferente ? O recuperar de valores e utopias desgastados pelo PC embrenhado durante muito tempo na sua ortodoxia, a forma de comunicar que passa bem nos jovens universitários (Louçã é nisso um mestre), o ideal revolucionário e uma pitada de marketing explicam em parte que esteja a vingar no panorama político nacional.
O comício em Santa Maria da Feira, segunda-feira à noite, deixou muita gente à porta da biblioteca municipal mobilizada também pela presença Sérgio Godinho para um interlúdio musical antes do discurso de fecho.
Depois das cantigas, ouvem-se apelos à "luta popular" e reclamam-se políticas verdadeiramente socialistas.
Fala-se do "povo trabalhador".
Poderia ser um comício do PCP que poucos notariam a diferença. Aliás, muitos dos rostos bloquistas são comunistas desiludidos que ganharam novo ânimo.
O que tem, afinal, o Bloco de diferente ? O recuperar de valores e utopias desgastados pelo PC embrenhado durante muito tempo na sua ortodoxia, a forma de comunicar que passa bem nos jovens universitários (Louçã é nisso um mestre), o ideal revolucionário e uma pitada de marketing explicam em parte que esteja a vingar no panorama político nacional.
16.1.06
Manuel Alegre
Entre os apoiantes que acompanharam hoje Manuel Alegre na passagem pela cidade de Aveiro contaram-se, sobretudo, socialistas ou próximos do PS que resolveram não seguir a orientação do partido.
A campanha do deputado poeta não tem máquina partidária por trás, funciona com muito voluntarismo e procura o simbolismo, como aconteceu ao inicio da tarde na evocação dos "mártires da liberdade".
Mesmo sem arrastar multidões nas ruas, consegue 'bater' nas sondagens o irmão agora desavindo Mário Soares.
Se Alegre, de facto, valer mais nas urnas que o antigo Presidente da República, imaginem o que teria sido fazer a campanha com a ajuda do PS.
A campanha do deputado poeta não tem máquina partidária por trás, funciona com muito voluntarismo e procura o simbolismo, como aconteceu ao inicio da tarde na evocação dos "mártires da liberdade".
Mesmo sem arrastar multidões nas ruas, consegue 'bater' nas sondagens o irmão agora desavindo Mário Soares.
Se Alegre, de facto, valer mais nas urnas que o antigo Presidente da República, imaginem o que teria sido fazer a campanha com a ajuda do PS.
13.1.06
Lesões
Impressionam-me muito as lesões desportivas graves que frequentemente atingem os atletas, sobretudo, de alta competição que, de um momento para outro, podem ver transformados os seus sonhos em pesadelos. Do futebol chegam-nos os casos mais mediáticos. Pelo JN, costumo seguir a sempre interessante e esclarecedora crónica de um especialista.
A morte em campo de Miki Feher vítima de falha cardíaca foi o caso, evidentemente, mais dramático a que assisti.
Mas tenho desde há muitos anos na memória a imagem do benfiquista Rui Águas, na antiga União Soviética, agarrado à perna com uma fractura muito feia que TV mostrou bem.
Uma queda aparatosa do guarda-redes do Beira-Mar Paulo Sérgio caindo inanimado no velhinho Mário Duarte, silenciou o estádio e deixou-me a tremer ainda mais quando, percebendo a gravidade, o treinador António Sousa saltou para o campo em direcção ao atleta.
Li histórias incrivéis sobre o sofimento de Eusébio por causa de um joelho que foi cobaia de muitos tratamentos e em último caso de infiltrações salvadoras que o deixaram num estado lastimável que nem o aspecto esconde, pelo que costuma brincar o "pantera negra".
Pedro Mantorras para mim é outro herói e só espero que os "arames" aguentem por muitos anos o joelho direito e os adversários não o castiguem.
Um joelho do sportinguista Sá Pinto, pelos vistos, foi salvo para a competição com um enxerto de cadáver. E o jogador após um longo calvário continua em bom rendimento.
Fiquei triste com a lesão do aveirense Marcelinho, uma gonalgia no joelho que pode ditar o seu afastamento do futebol profissional.
São ossos do ofício, é verdade, mas não deixa de ser uma das faces mais tristes do desporto.
A morte em campo de Miki Feher vítima de falha cardíaca foi o caso, evidentemente, mais dramático a que assisti.
Mas tenho desde há muitos anos na memória a imagem do benfiquista Rui Águas, na antiga União Soviética, agarrado à perna com uma fractura muito feia que TV mostrou bem.
Uma queda aparatosa do guarda-redes do Beira-Mar Paulo Sérgio caindo inanimado no velhinho Mário Duarte, silenciou o estádio e deixou-me a tremer ainda mais quando, percebendo a gravidade, o treinador António Sousa saltou para o campo em direcção ao atleta.
Li histórias incrivéis sobre o sofimento de Eusébio por causa de um joelho que foi cobaia de muitos tratamentos e em último caso de infiltrações salvadoras que o deixaram num estado lastimável que nem o aspecto esconde, pelo que costuma brincar o "pantera negra".
Pedro Mantorras para mim é outro herói e só espero que os "arames" aguentem por muitos anos o joelho direito e os adversários não o castiguem.
Um joelho do sportinguista Sá Pinto, pelos vistos, foi salvo para a competição com um enxerto de cadáver. E o jogador após um longo calvário continua em bom rendimento.
Fiquei triste com a lesão do aveirense Marcelinho, uma gonalgia no joelho que pode ditar o seu afastamento do futebol profissional.
São ossos do ofício, é verdade, mas não deixa de ser uma das faces mais tristes do desporto.
12.1.06
Mário Soares
Mário Soares teve casa cheia no comício de Aveiro, quarta-feira à noite.
Para mim foi uma aflição vê-lo em palco, confesso, com aquela genica toda a destilar críticas ao cavaquismo. Não por Cavaco mas por recear que a qualquer momento aquela carga emocional que pôs no discurso pudesse acabar por dar-lhe alguma coisa má. O coração de 81 anos aguenta-se bem, está provado, e parece apto a nova rodada presidencial.
A plateia deixou-se incendiar pelas críticas logo desde o início, aquando da actuação, perdão, intervenção, do inconfundível José Mota. O autarca de Espinho transpirou anormalmente e teve de limpar a testa algumas vezes. Mostrou-se um defensor da causa da emigração, ele que ficou conhecido pelas temporadas que passa, desde há alguns anos, no Brasil e causou sorrisos velados quando desatou a gritar "o povo fica bem com Soares em Belém". Seria a pensar em terras de Vera Cruz ?
À semelhança de Mota, António Vitorino e o próprio Soares foram brindados por alguns apartes da plateia e garçolas dando um toque interactivo ao comício.
Já quando se ouvir falar o comendador Ilídio Pinho, o único não político, que por acaso é dos homens mais ricos do País, o respetinho foi maior.
Para mim foi uma aflição vê-lo em palco, confesso, com aquela genica toda a destilar críticas ao cavaquismo. Não por Cavaco mas por recear que a qualquer momento aquela carga emocional que pôs no discurso pudesse acabar por dar-lhe alguma coisa má. O coração de 81 anos aguenta-se bem, está provado, e parece apto a nova rodada presidencial.
A plateia deixou-se incendiar pelas críticas logo desde o início, aquando da actuação, perdão, intervenção, do inconfundível José Mota. O autarca de Espinho transpirou anormalmente e teve de limpar a testa algumas vezes. Mostrou-se um defensor da causa da emigração, ele que ficou conhecido pelas temporadas que passa, desde há alguns anos, no Brasil e causou sorrisos velados quando desatou a gritar "o povo fica bem com Soares em Belém". Seria a pensar em terras de Vera Cruz ?
À semelhança de Mota, António Vitorino e o próprio Soares foram brindados por alguns apartes da plateia e garçolas dando um toque interactivo ao comício.
Já quando se ouvir falar o comendador Ilídio Pinho, o único não político, que por acaso é dos homens mais ricos do País, o respetinho foi maior.
10.1.06
Estádios alemães
Lembram-se das pressas lusas quando foi do Euro 2004 ? Pois os germânicos parece que estão a fazer bem pior.
9.1.06
Comentários
O Já Agora é um blogue assinado e assumido.
Corri o risco de ver este espaço de liberdade ser usado abusivamente. Aconteceu, como é habitual nos blogues, pelos comentários. Apaguei a mensagem que considerei imprópria. Espero que não tenha de repetir.
Corri o risco de ver este espaço de liberdade ser usado abusivamente. Aconteceu, como é habitual nos blogues, pelos comentários. Apaguei a mensagem que considerei imprópria. Espero que não tenha de repetir.
Subscrever:
Mensagens (Atom)